Bibliografia católica

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Todos os fios de cabelo de sua cabeça estão contados por Ele

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10,24-33

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 

24O discípulo não está acima do mestre, nem o servo acima do seu senhor. 

25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, e para o servo, ser como o seu senhor. Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, quanto mais aos seus familiares!

Quem não toma a sua cruz não Me segue

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10,34-11,1

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 

34Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada. 

35De fato, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. 

36E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. 

domingo, 12 de julho de 2015

Começou a enviá-los para anunciar a Palavra

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 6,7-13


Naquele tempo:

7Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois,dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.

8Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho,
a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura.

9Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas.

sábado, 11 de julho de 2015

Nicodemos e o Batismo

João 3


Havia um fariseu chamado Nicodemos, uma autoridade entre os judeus.

2Ele veio a Jesus, à noite, e disse: "Mestre, sabemos que ensinas da parte de Deus, pois ninguém pode realizar os sinais milagrosos que estás fazendo, se Deus não estiver com ele".

3Em resposta, Jesus declarou: "Digo a verdade: Ninguém pode ver o Reino de Deus, se não nascer de novo".

Não tenhais medo daqueles que matam o corpo

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10,24-33

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 

24O discípulo não está acima do mestre, 
nem o servo acima do seu senhor. 
25Para o discípulo, basta ser como o seu mestre, 
e para o servo, ser como o seu senhor. 
Se ao dono da casa eles chamaram de Belzebu, 
quanto mais aos seus familiares! 
26Não tenhais medo deles, 
pois nada há de encoberto que não seja revelado, 
e nada há de escondido que não seja conhecido. 
27O que vos digo na escuridão, dizei-o à luz do dia; 
o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados!
28Nóo tenhais medo daqueles que matam o corpo, 
mas não podem matar a alma! 
Pelo contrário, 
temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 
29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? 
No entanto, nenhum deles cai no chão 
sem o consentimento do vosso Pai. 
30Quanto a vós, 
até os cabelos da cabeça estão todos contados. 
31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 
32Portanto, todo aquele 
que se declarar a meu favor diante dos homens, 
também eu me declararei em favor dele 
diante do meu Pai que está nos céus. 
33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, 
também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus. 

Palavra da Salvação. 


REFLEXÃO

Aos homens, é impossível entrar no Reino de Deus, mas para Deus, tudo é possível. A salvação não é obra nossa, é ação divina sobre todos nós e é gratuidade do amor misericordioso do nosso Deus que vem ao nosso encontro. Mas, se é obra divina, por que devemos desenvolver o trabalho evangelizador? É porque o próprio Deus, que é amor infinito e poderia ter feito tudo sozinho, quis que todos nós participássemos da divina missão da salvação da humanidade, fazendo de todos nós colaboradores seus. Para nós, cabe corresponder a esse amor através do nosso sim e do anúncio desse Deus amoroso a todas as pessoas.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O Espírito Santo é quem falará

Evangelho - Mt 10,16-23

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 10,16-23

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 16Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, portanto, prudentes como as serpentes e simples como as pombas.

17Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas.

18Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações.

19Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Entóo naquele momento vos será indicado o que deveis dizer.

20Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós.

21O irmão entregará à morte o próprio irmóo; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão.

22Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.

23Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra. Em verdade vos digo, vós não acabareis de percorrer as cidades de Israel, antes que venha o Filho do Homem.

Palavra da Salvação.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

José, governador do Egito

1ª Leitura - Gn 44,18-21.23b-29; 45,1-5

Foi para a vossa salvação
que Deus me mandou adiante de vós, para o Egito.
Leitura do Livro do Gênesis 44,18-21.23b-29; 45,1-5

Naqueles dias: 

18Judá aproximou-se de José e, cheio de ânimo, disse: 
'Perdão, meu senhor, permite ao teu servo falar com toda a franqueza, 
sem que se acenda a tua cólera contra mim.  Afinal, tu és como um faraó! 

19Foi meu senhor quem perguntou a seus servos: 
'Ainda tendes pai ou algum outro irmão?' 

20E nós respondemos ao meu senhor: 
'Temos um pai já velho e um menino nascido em sua velhice, 
cujo irmão morreu; 
é o único filho de sua mãe que resta, e seu pai o ama com muita ternura'. 

21E tu disseste a teus servos: 
'Trazei-o a mim, para que eu possa vê-lo'. 

23b'Se não vier convosco o vosso irmão mais novo, não vereis mais a minha face'. 

24Quando, pois, voltamos para junto de teu servo, nosso pai, 
contamos tudo o que o meu senhor tinha dito. 

25Mais tarde disse-nos nosso pai: 
'Voltai e comprai para nós algum trigo'. 

26E nós lhe respondemos: 'Não podemos ir, 
a não ser que o nosso irmão mais novo vá conosco.
 
De outra maneira, sem ele, 
não nos podemos apresentar àquele homem'. 

27E o teu servo, nosso pai, respondeu: 
'Bem sabeis que minha mulher me deu apenas dois filhos. 

28Um deles saiu de casa e eu disse: 
Um animal feroz o devorou! 
E até agora não apareceu. 

29Se me levardes também este, 
e lhe acontecer alguma desgraça no caminho, 
fareis descer de desgosto meus cabelos brancos 
à morada dos mortos' '. 

45,1Então José não pôde mais conter-se 
diante de todos os que o rodeavam, 
e gritou: 'Mandai sair toda a gente!'. 
E, assim, não ficou mais ninguém com ele, 
quando se deu a conhecer aos irmãos. 

2José rompeu num choro tão forte, 
que os egípcios ouviram e toda a casa do Faraó. 

3E José disse a seus irmãos: 
'Eu sou José! Meu pai ainda vive?' 
Mas os irmãos não podiam responder-lhe nada, 
pois foram tomados de um enorme terror. 

4Ele, porém, cheio de clemência, lhes disse: 
'Aproximai-vos de mim'. 
Tendo-se eles aproximado, disse: 
'Eu sou José, vosso irmão, 
a quem vendestes para o Egito. 

5Entretanto, não vos aflijais, nem vos atormenteis, 
por me terdes vendido a este país. 
Porque foi para a vossa salvação 
que Deus me mandou adiante de vós, para o Egito'. 

Palavra do Senhor.


REFLEXÃO

A história de José (do Egito), filho de Jacó e Raquel, é um exemplo de perdão a ser seguido por todos os cristãos

Era o último de onze filhos. Ruben era o primogênito. Como os demais irmãos trabalhavam na área rural, José ficava na companhia do pai e por isto era pelo patriarca muito amado. A predileção paterna gerou ciúmes e inveja na prole. 

Movidos por estes sentimentos malévolos, os irmãos tramaram, inicialmente, a morte de José. Depois resolveram jogá-lo em uma cisterna seca, por sugestão de Rúben, e por fim venderam-no, a pedido do irmão Judá, a uma caravana de comerciantes que passava pelo local.

Depois José foi comprado por um Eunuco, Potifar, membro da guarda do rei. Só que a mulher deste chefe quis "conhecê-lo", ou seja, deitar-se com ele. Temente a Deus, José recusou. A mulher, então, humilhada, simulou um estupro e provocou a prisão de José.

Dois funcionários do rei foram presos e tiveram sonhos. José tinha o dom de interpretar sonhos conforme a sabedoria de Deus e interpretou o sonho de cada um e tudo aconteceu conforme sua explicação: um deles morreu e o outro foi absolvido pelo rei e voltou a trabalhar no palácio.

Um dia o rei teve um sonho e ninguém soube interpretar. O funcionário do rei que esteve preso lembrou-se de José e falou dele ao rei. Este mandou chamá-lo e José foi o único que conseguiu interpretar seu sonho.

Tendo caído nas graças do Faraó, exatamente por ter-lhe aclarado o sonho que havia tido, José foi nomeado Governador e braço direito do Faraó em todo o Egito. Obteve, assim, grande poder e autoridade.

Veio a fome. Todos os povos se dirigiam ao Egito para comprar trigo e alimentos. José era quem mandava em tudo. 

Então, certo dia, aproximou-se de José seus irmãos, a procura de comida. Ao contrário de José, eles não o reconheceram. José somente lhe daria o alimento se trouxessem o irmão mais novo, Benjamin, que também fazia companhia ao pai e era muito querido por este, ainda vivo.

Ao saber que tinha um irmão mais novo, José criou um plano para que o trouxessem ao Egito, para conhecê-lo, pois também era filho de Raquel. 

Depois que José conheceu Benjamin, deu-se a conhecer seus irmãos. Perdoou-os. Pediu que trouxessem seu velho pai ao Egito, para viver ao seu lado, o que aconteceu até falecer.

O Egito passou por uma crise de fome. José, com a sabedoria que Deus lhe deu, salvou o Egito e os outros povos da terrível desolação.

Roguemos, então, a Deus para que tenhamos a compaixão e a sabedoria que José teve, principalmente ao perdoar os irmãos.